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“PRERROGATIVA NÃO É ESCUDO PARA DESACATO”, AFIRMA CORONEL SOBRE CASO ENVOLVENDO ADVOGADA EM COCALZINHO DE GOIÁS


 

O comandante do Comando de Operações Cerrado da Polícia Militar de Goiás Coronel Edson Raiado se manifestou em suas redes sociais sobre a prisão de uma advogada ocorrida no município de Cocalzinho de Goiás na última quarta-feira(15), fato que tem gerado ampla repercussão no estado e em todo o País.

Durante o posicionamento, o oficial criticou o que classificou como tentativa de construção de narrativa de vitimização antes da apuração completa dos fatos. Segundo ele, as prerrogativas da advocacia devem ser respeitadas, mas não podem ser utilizadas como instrumento para impedir a atuação legal de agentes públicos diante de situações que configurem crime.

O caso envolve a detenção da profissional dentro de seu escritório, após um desentendimento durante uma diligência policial. Conforme relatado, a ação teria sido motivada por supostos comportamentos enquadrados como desacato e desobediência a ordens legais.

Ainda de acordo com o comandante, é necessário cautela na análise do episódio, evitando conclusões precipitadas que possam distorcer o papel das instituições. Ele reforçou que o cumprimento da lei deve prevalecer, independentemente da função exercida pelas partes envolvidas.

O episódio segue em análise e tem provocado debates entre representantes da segurança pública e da advocacia em Goiás. Enquanto a conduta do delegado é avaliada para verificar possível excesso, a defesa da advogada sustenta a tese de violação de prerrogativas profissionais e arbitrariedade na prisão.

A investigação do caso continua.


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