Um policial rodoviário federal foi preso na noite deste sábado (11), após provocar uma série de transtornos em um posto de combustíveis localizado às margens da BR-153, em Anápolis. O caso mobilizou equipes da Polícia Militar e da Polícia Rodoviária Federal e terminou com o suspeito sendo contido por meio do uso de um Dispositivo Elétrico Incapacitante (Taser).
De acordo com informações da ocorrência, o homem havia parado no estabelecimento para recarregar um veículo elétrico. Em seguida, dirigiu-se ao calibrador de pneus e foi informado de que a utilização do equipamento tinha o custo de R$ 1,00. Inconformado com a cobrança, iniciou uma discussão com um frentista.
Durante o desentendimento, o suspeito passou a ameaçar o funcionário de morte e, segundo o relato policial, estava armado com uma faca. Antes de deixar o local, afirmou que retornaria com uma arma de fogo para matar o trabalhador.
Pouco tempo depois, ele voltou ao posto portando um pedaço de madeira e passou a destruir parte da estrutura da conveniência, quebrando a porta principal de vidro e outros objetos, causando prejuízos ao estabelecimento.
Quando as equipes policiais chegaram ao local, encontraram o homem bastante alterado e resistente às ordens. Segundo a Polícia Militar, ele apresentou comportamento agressivo durante toda a abordagem, sendo necessária a utilização do Taser para conter a resistência e garantir a segurança dos policiais e das demais pessoas presentes.
Mesmo após ser contido, o suspeito continuou desacatando policiais militares e agentes da Polícia Rodoviária Federal, utilizando palavras ofensivas e proferindo insultos contra os servidores públicos.
O homem foi encaminhado para o Hospital Alfredo Abrahao. Durante o atendimento no hospital, ele também ofendeu a médica responsável pelo procedimento, que manifestou interesse em representar criminalmente pelas ofensas.
Após receber atendimento médico, o suspeito foi encaminhado à Central de Flagrantes. Posteriormente, ele e os demais envolvidos passaram por exames de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML), antes da apresentação à autoridade policial.
O caso foi registrado e será investigado pelas autoridades competentes.
Fonte: Rota Policial Anápolis.