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MÃE DE JOVEM QUE MORREU APÓS SER ATINGIDO POR CHAMAS DURANTE RITUAL RELIGIOSO EM ANÁPOLIS COBRA JUSTIÇA E RELEMBRA DRAMA VIVIDO PELA FAMÍLIA


A mãe do jovem que morreu após sofrer graves queimaduras durante um ritual religioso realizado em Anápolis voltou a se pronunciar sobre o caso e fez um apelo por justiça. Alessandra Maria de Jesus, de 39 anos, conversou com a reportagem do Rota Policial Anápolis e relatou a dor que enfrenta desde a morte do filho, ocorrida após o episódio registrado no dia 29 de setembro de 2025, no bairro Granville.

O caso causou grande repercussão na cidade e em todo o estado devido às circunstâncias em que aconteceu. Conforme as investigações, o jovem participava de um ritual religioso quando acabou sendo atingido pelo fogo, sofrendo queimaduras gravíssimas em grande parte do corpo.

Após o incidente, ele foi socorrido em estado crítico e encaminhado para atendimento médico especializado. Durante semanas, familiares, amigos e moradores acompanharam sua luta pela vida, enquanto diversas campanhas de oração e manifestações de apoio eram realizadas nas redes sociais. Apesar dos esforços das equipes médicas, o jovem não resistiu às complicações provocadas pelas queimaduras e morreu meses depois.

Em entrevista, Alessandra afirmou que a família ainda busca respostas sobre o que realmente aconteceu naquele dia. Segundo ela, a dor da perda permanece intensa e a expectativa é que a investigação esclareça todos os detalhes do caso.

“Queremos justiça. A dor de uma mãe que perde um filho é impossível de explicar. O que buscamos é que tudo seja esclarecido e que a verdade apareça”, declarou emocionada.

Na tarde desta sexta-feira (19), equipes da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros Militar realizaram uma simulação no imóvel onde ocorreu o ritual religioso. A reprodução dos fatos tem como objetivo confrontar versões apresentadas durante a investigação, analisar a dinâmica do ocorrido e reunir elementos que possam auxiliar na conclusão do inquérito.

A conclusão das investigações é aguardada com expectativa pela família da vítima, que segue acompanhando cada etapa do processo em busca de respostas. Enquanto isso, a memória do jovem continua sendo lembrada por familiares e amigos, que pedem que o caso não caia no esquecimento.

Fonte: Rota Policial Anápolis.


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