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MARÇO MULHER: CÂMARA MUNICIPAL DE ANÁPOLIS EVIDENCIA ATUAÇÃO DA PATRULHA MARIA DA PENHA NO COMBATE À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA


A Patrulha Maria da Penha é um dos mais importantes elos da rede de defesa e proteção da mulher em Anápolis e em Goiás. A Câmara Municipal de Anápolis, desde quando o programa foi criado pelo Governo de Goiás, por meio do Decreto nº 8.524, de 5 de janeiro de 2016, participa de forma direta e efetiva como parceira, seja na criação de políticas públicas, assim como no apoio às ações práticas do dia-a-dia.

A Resolução nº 01, de 24 de fevereiro de 2021, de iniciativa da vereadora Cleide Hilário (Republicanos) e apresentada pela Mesa Diretora, instituiu a Procuradoria Especial da Mulher, ligada ao Poder Legislativo. Um novo braço da rede de proteção à mulher.

A nova diretoria da Procuradoria, eleita em 2025, inclusive, tem como vice-procuradora a vereadora Capitã Elizete (PRD), que participou da criação da Patrulha Maria da Penha no âmbito estadual, em 2021. “A Câmara de Anápolis tem participação avançada, que se amplia cada dia mais, junto à Patrulha Maria da Penha. Uma porta que se abriu para ajudar mulheres vítimas de violência”, disse a vereadora.

A Patrulha Maria da Penha tem sob sua responsabilidade o policiamento ostensivo de segurança, com foco específico no atendimento qualificado às ocorrências relacionadas à violência doméstica contra a mulher. Neste contexto, a Câmara Municipal de Anápolis e a Procuradoria Especial da Mulher [que agora engloba também Infância, Juventude e Pessoas com Deficiência], se consolidam como força indispensável nas ações de proteção à mulher em Anápolis.

Capitã Elizete ressalta o trabalho da Patrulha Maria da Penha no atendimento especializado às mulheres vítimas de violência doméstica e familiar, de natureza preventiva, por meio de visitas comunitárias e solidárias. Em 2020, numa iniciativa do deputado estadual Coronel Adailton (SD), o Governo de Goiás criou o Batalhão Maria da Penha, na estrutura da Polícia Militar.

NÚCLEO FAMILIAR

Nos casos de violência doméstica, ressalta Capitã Elizete, todo o núcleo familiar é afetado. Por isso, lembra, as políticas públicas que atendem essa demanda, além das mulheres, são voltadas também ao atendimento das crianças, dos jovens e adolescentes, e de pessoas com deficiência, “que também sofrem com o preconceito”.

Sobre o receito que algumas mulheres têm de denunciar seus agressores, a vice-procuradora da Mulher explicou que a rede de assistência precisa funcionar de forma abrangente. “É preciso estabelecer empatia, não estamos aqui para julgar, mas para acolher. Sabemos do que cerca situações como essas, a dependência econômica e afetiva, mas precisamos focar no atendimento e buscar políticas públicas eficazes”, assevera Capitã Elizete.


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