Rosiane Silva Santos, de 34 anos, vítima de um homicídio registrado na madrugada deste sábado (24), em Anápolis, era natural de Pequizeiro, no Tocantins. Ela foi morta com uma facada no pescoço e teve o corpo carbonizado após a quitinete onde morava ser incendiada.
A vítima residia na Avenida Federal, na região central da cidade, e trabalhava em uma farmácia na Avenida Universitária. Segundo relatos de moradores à reportagem do site Rota Policial Anápolis, Rosiane mantinha uma boa convivência com a vizinhança e era considerada uma pessoa tranquila. Ela não possuía familiares em Anápolis.
“Ela era uma mulher supertranquila, não tinha histórico de agressividade. Todos nós amávamos ela aqui na rua”, relatou uma moradora à reportagem.
O crime aconteceu por volta das 3h30. De acordo com as informações apuradas, Rosiane foi atingida por uma facada no pescoço. O objeto perfurante permaneceu cravado no corpo da vítima e precisou ser retirado no Instituto Médico Legal (IML), durante os procedimentos periciais.
O principal suspeito é um vizinho da vítima, que utiliza tornozeleira eletrônica. Em entrevista à reportagem, o delegado Cleiton Lobo, do Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Anápolis, informou que o homem possui antecedente relacionado a um caso de feminicídio registrado em 2019, no qual a vítima teria sido morta de forma semelhante.
O suspeito está detido e permanece à disposição da Justiça enquanto as investigações prosseguem. Segundo o delegado, caso a autoria seja confirmada, ele deverá responder pelo crime correspondente, conforme o resultado da apuração.
Fonte: Rota Policial Anápolis.


