O estado de Goiás voltou a apresentar resultados positivos na economia, especialmente nos setores de turismo e serviços. Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), mostram que o turismo goiano registrou crescimento de 0,4% em março de 2026, colocando o estado entre os melhores desempenhos do país.
Com o resultado, Goiás alcançou a terceira colocação no ranking nacional de crescimento das atividades turísticas, ficando atrás apenas do Rio Grande do Sul, que teve alta de 1,4%, e do Rio Grande do Norte, com crescimento de 1,3%. Em contrapartida, estados como Alagoas e Pernambuco registraram as maiores quedas no setor durante o período analisado.
O avanço do turismo reforça o potencial econômico do estado e evidencia o fortalecimento das atividades ligadas ao lazer, hotelaria, eventos e atrações naturais. O governo estadual destaca que o crescimento é resultado de investimentos e ações voltadas à valorização dos destinos turísticos goianos, que vêm atraindo visitantes de diversas regiões do Brasil e até do exterior.
Além do turismo, o setor de serviços também apresentou desempenho positivo em Goiás. Conforme os dados da pesquisa, houve crescimento de 0,2% no volume geral de serviços em março, colocando o estado entre as 14 unidades da federação que tiveram avanço no período.
Outro destaque foi o setor de informação e comunicação, que registrou aumento de 11,9% na comparação com março do ano passado. O segmento engloba áreas como telecomunicações, tecnologia da informação, produção audiovisual, edição e agências de notícias, acumulando agora 12 meses consecutivos de crescimento.
Os serviços profissionais, administrativos e complementares também contribuíram para o resultado positivo da economia goiana, com crescimento de 4,3%, fortalecendo o ambiente de negócios e ampliando as oportunidades para empresas e trabalhadores do estado.
A Pesquisa Mensal de Serviços do IBGE monitora o comportamento econômico do setor em todo o país, analisando a receita bruta de empresas formalizadas com 20 ou mais funcionários que atuam em serviços não financeiros.
Fonte: Rota Policial Anápolis